5 erros que levam escolas à falência

Saiba  quais problemas podem levar escolas à falência e como revertê-los!

Ao se tornar responsável pela gestão de uma instituição é preciso ter cuidado com armadilhas que podem levar escolas à falência.

Afinal, gerir um negócio requer conhecimento, experiência e prática. Por isso, criamos um artigo mostrando 5 erros graves que são cometidos por gestores em todo o país.

Quer aprender a fazer diferente e ter uma escola de sucesso? Então continue a leitura!

O mercado de escolas profissionalizantes está mais que consolidado no Brasil. Muitos buscam este formato de ensino para ter uma profissão em pouco tempo ou recolocar-se no mercado de trabalho.

Com uma grande demanda de pessoas procurando cursos de qualidade, as escolas profissionalizantes têm de se precaver de algumas armadilhas e oferecer serviços de qualidade.

Isso porque a médio e logo prazo tais armadilhas podem levar a escola que tinha tudo para prosperar à falência.

Confira algumas armadilhas que levam escolas à falência e como evitá-las.

 

Gestão deficiente

É uma das maiores causas que levam escolas à falência. Isso acontece quando o responsável pela gestão da escola tem pouca experiência em administração ou não se dedica de forma séria no gerenciamento da escola.

A falta de vivência pode fazer com que o gestor cometa muitos erros, ocasionando em prejuízos e perda de credibilidade da escola no mercado.

A ausência de uma gestão eficiente pode estar associada também à falta de qualificação do próprio gestor, que não se capacitou e não buscou conhecimento o suficiente para dirigir com sabedoria a instituição de ensino.

Há casos em que o gestor tem conhecimento e qualificação para gerenciar uma escola, mas se deslumbra com os primeiros meses de sucesso da instituição e esquece que deve administrá-la de forma contínua, deixando a gestão em segundo plano.

A má administração dos rendimentos pode trazer problemas como endividamento, causando falta de investimento, ausência de gerenciamento e desperdício até o momento em que a escola fecha as portas.

 

Desequilíbrio financeiro

Também é fruto de uma gestão negativa, que acontece quando o gestor não se preocupa com a parte financeira da escola ou quando delega esta responsabilidade para terceiros, que têm nenhuma ou pouca experiência em finanças.

Infelizmente existem muitos gestores que não sabem exatamente quais os rendimentos da sua escola profissionalizante, porque existe um descontrole nas finanças.

Não existe uma divisão entre receitas e despesas, além dos pagamentos de despesas serem feitos sem qualquer critério.

Também não há um planejamento prévio e nem análise financeira para verificar se o caixa comportará a quantidade de despesas a médio e longo prazo.

E com este descontrole são criadas novas despesas, gerando mais desperdício nas contas da escola.

A partir de tal desalinhamento financeiro, a instituição começa a não honrar compromissos com fornecedores, prestadores de serviço, os órgãos públicos e, no final, os funcionários.

 

Ausência de investimentos

As escolas profissionalizantes, depois de certo tempo de funcionamento, precisam que as suas estruturas e metodologia sejam renovadas.

Uma escola com estrutura moderna e com cursos atualizados estimula a fidelidade dos alunos já matriculados, como também faz que novos alunos se interessem em estudar.

Mas, infelizmente, alguns gestores acreditam que os ambientes internos e fachadas nunca precisam ser reformados e que o conteúdo programático dos cursos oferecidos pela escola sempre suprirá a demanda.

No entanto, com o passar do tempo o mobiliário mostra sinais de desgaste e envelhecimento e os equipamentos disponibilizados para as aulas têm funcionamento precário e vivem em constante manutenção.

Assim, muitos alunos deixam de ir às aulas por se sentirem incomodados ao frequentar um ambiente com aspecto de velho e sem condições adequadas para realizar aulas.

Além disso, outros alunos percebem que as matérias oferecidas pelos cursos estão desatualizadas e com conteúdo defasado, o que faz com que também desistam, pois têm a sensação que estão perdendo tempo e dinheiro estudando um curso já ultrapassado.

 

Conflitos entre setores

Um dos fatores que podem contribuir muito para levar escolas à falência é a desunião entre setores.

Lembre-se: funcionários desmotivados podem prejudicar o crescimento da escola.

Isso ocorre quando setores que originalmente deveriam se comunicar harmoniosamente criam crises internas, visando prejudicar o outro setor, para mostrar a suposta superioridade perante o setor atingido.

Um exemplo específico seria um conflito entre os setores de vendas e a secretaria.

O setor de vendas repassa informações incompletas do aluno que acabou de fazer a matrícula e a secretaria acaba cadastrando erroneamente os dados do aluno no sistema.

Muitos gestores ignoram estas atitudes, acreditando que isso não afetará o funcionamento da escola profissionalizante.

Mas a longo prazo, erros graves surgirão, como consequências destas atitudes, e poderá atingir negativamente a reputação da escola, perante ao mercado.

 

Instrutores incapacitados

Os instrutores são o espelho da escola profissionalizante. São eles que garantem o faturamento da escola, portanto, cabe a eles garantir a presença do aluno ou não na escola.

Um instrutor bem qualificado e com dom de transmitir conhecimento é valorizado pelo mercado, pois é uma garantia certa de que os cursos ministrados por ele terão o retorno financeiro.

Já no caso de um instrutor que tem conhecimento, mas não sabe ensinar, é mal visto pelo aluno como um instrutor arrogante que não sabe transmitir informações.

O erro mais grave que muitas escolas comentem é contratar instrutores sem uma avaliação mínima de conhecimento e de ensino.

Instrutores que não buscam aprender a transmitir ensinamentos mostram-se inseguros quando são questionados e não sabem tirar dúvidas.

Neste caso, em médio prazo, a reputação da escola é seriamente afetada, por ser reconhecida por ter um corpo docente incapacitado e deficiente, afastando não somente os alunos matriculados como também os interessados em conhecer a instituição.

Salvando escolas da falência

O gestor de escola profissionalizante nunca deve ignorar os pequenos sinais que a escola mostra quando há necessidade de sua intervenção.

A partir do momento que o gestor assume uma escola, ele também assume a responsabilidade do destino de várias vidas.

Ou seja, está em suas mãos o destino profissional dos alunos que buscam na escola um suporte para o crescimento.

Também está em suas mãos as vidas dos seus funcionários, que buscam com as suas ocupações a garantia de sustento de suas famílias.

Por isso, não negligencie a sua gestão. Capacite-se e procure oportunidades de melhorar a sua administração.

Finanças

Utilizar um software de gestão escolar ajudará você não somente na administração, mas para saber o faturamento real e as despesas existentes. Outro ponto importante é: não crie despesas desnecessárias.

Ambiente Escolar

Uma pequena descostura de um sofá da sala de espera pode ser o sinal de que chegou a hora de trocar o mobiliário. Busque oferecer conforto e harmonia para o seu ambiente escolar.

Método de Ensino

Procure saber quais as tendências, formas de inovar o conteúdo programático, e acompanhe o mercado, para extinguir cursos que estão prestes a serem ultrapassados, e abrir novos cursos com conteúdo avançado e atualizado.

Motivação

Motive todos os seus colaboradores, mostrando que todos são importantes para o funcionamento da escola, e que a mútua cooperação ajudará a escola crescer.

Mostre que assim a instituição poderá investir em novos benefícios para eles e caso apareça alguma divergência entre os funcionários, não ignore. Procure sanar conflitos de forma transparente, serena e firme.

Capacitação

E por fim, tente construir a sua equipe escolar com instrutores capacitados e apaixonados por lecionar, que sejam prestativos e seguros, prontos para esclarecer dúvidas e que estimulem o aluno a buscar os seus conhecimentos durante todo curso.

Se for preciso, capacite e treine o seu instrutor para a melhoria do serviço, investindo mais na qualidade e credibilidade da sua escola.

Tomar estas providências são formas de reverter as armadilhas que podem levar escolas à falência. Portanto, se você estiver com algum dos problemas citados, não deixe de cuidar da gestão da sua instituição.

2 respostas para “5 erros que levam escolas à falência”

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